Educação

Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia deve ter núcleo na UFMT Sinop em 2019

A Universidade Federal de Mato Grosso e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) assinaram, na sexta-feira, carta de intenções com o objetivo de promover atividades de cooperação e intercâmbio nas diversas áreas de conhecimento que visem, principalmente, o desenvolvimento de pesquisas na Amazônia Mato-grossense. O documento foi assinado pelo vice-reitor da UFMT, professor Evandro Soares, e pela diretora do INPA, pesquisadora Antônia Maria Pereira, durante visita técnica a sede do Instituto, em Manaus (AM), feita também por docentes e pesquisadores do câmpus de Sinop.

O vice-reitor avaliou que a parceria com INPA, instituição de referência mundial nos estudos dos ecossistemas e da biodiversidade da Amazônia, com pesquisadores de excelência, “possibilitará cooperação técnica e científica para o desenvolvimento de projetos de pesquisa, intercâmbio de pesquisadores entre os projetos de pesquisas, atividades de pós-graduação e projetos de infraestrutura de suporte a pesquisa na Amazônia legal para as diversas áreas do conhecimento”, afirmou.

O pró-reitor do câmpus de Sinop, professor Roberto Carlos Beber, apontou que “o convênio possibilitará, além do trânsito de alunos entre as duas instituições, a colaboração técnico científica, entre pesquisadores e também da infraestrutura e equipamentos”.   A partir de março de 2019, o INPA terá um ponto focal no Câmpus de Sinop, com objetivo de, futuramente, construir um Núcleo do Instituto na UFMT, bem como uma rede de colaboração na submissão de projetos.

Além das atividades colaborativas, estão previstos estágios extracurriculares no instituto por alunos de cursos de graduação da UFMT, realização de experimentos no Biotério do INPA, a reinstalação da torre LBA na região de norte de Mato Grosso e, também, melhoria na produção científica dos programas de pós-graduação, informa a assessoria da universidade. Atualmente, vários projetos desenvolvidos por pesquisadores do instituto tem colaboração com docentes da UFMT como o INCT-Centro de Estudos Integrados da biodiversidade e o Programa de Pesquisa em Biodiversidade, dentre outros.